Grupo de Costura “As Meninas de Dom Bosco”

 

O Grupo de Costura “As Meninas de Dom Bosco” vai completar 42 anos marcado por uma grande lição de amor ao próximo, baseando – se no lema franciscano “é dando que se recebe”.

Em março de 1972, cinco amigas: Dina, Nilza, Lúcia, Zélia e Lia se reuniram e iniciaram um grupo de costura para confecção de roupas para crianças necessitadas, de até 10 anos de idade e enxovais para bebês de mães solteiras. O grupo se reunia todas às terças- feiras na casa de uma das participantes.

 Como a demanda pelas roupas crescia as costureiras resolveram convidar amigas e parentes para se integrar ao trabalho. O grupo cresceu tanto que precisaram procurar um  espaço adequado para trabalhar. Daí surgiu a ideia de pedir uma das salas do antigo Cesam ao Pe. Vírginio Fistarol, salesiano do Santuário Dom Bosco.  Ele acolheu a proposta e a equipe continuou crescendo e por isso o grupo de costureiras é conhecido até hoje como “As meninas de Dom Bosco”.

A partir de 1994 o grupo passou a se reunir nas dependências da OASSAB – Obras de Assistência e de Serviço Social da Arquidiocese de Brasília, mantendo a mesma tradição de se reunirem às terças-feiras. A presença das costureiras é marcada pela confraternização das amigas com muito trabalho, entremeado de orações, risadas e deliciosos lanches.

Estas costureiras além de doarem uma tarde de sua semana doam também o material necessário para confecção das roupinhas e enxovais tais como tecidos, linhas, viés e até rendas. É notório o amor dessas senhoras pela causa, o que pode ser percebido, inclusive,  pela qualidade do acabamento impecável das peças confeccionadas. A cada ano, este grupo que atualmente é composto de 27 senhoras, confecciona cerca de 700 enxovais, que são destinados a pessoas carentes e distribuídos na própria sede da OASSAB, no Paranoá, no  Itapoã e nas Missões de nossa Arquidiocese junto ao povo do Estado de Roraima.

Seguramente, de acordo com o lema “é dando que se recebe”, as senhoras integrantes do grupo “As Meninas de Dom Bosco” acabam colhendo para si os frutos da convivência sadia, da participação numa boa causa e do sentido de fraternidade, solidariedade e caridade, que constituem deveres de todo cristão.